Archive for the 'Efeitos Colaterais' Category

Em uma ação de guerrilha para protestar contra o bloqueio dos iPhones, 2 amigos fanáticos pela Apple passaram a oferecer desbloqueio gratuito dos aparelhos. Isso não seria nenhuma grande sacada, se não fosse pela escolha do local. Sim, caro leitor, eles decidiram fazer isso em frente a uma loja da AT&T.

Clique sobre a imagem para vê-la em tamanho maior:

marketing_guerrilha_att.jpg

Parece que os caras estão mesmo empenhados em aumentar os números das vendas do iPhone.

via TechEBlog

Vídeo muito bacana feito durante o TED, em março deste ano, e que não deixa de ser atual pelo seu tema.

Clique sobre a imagem para assistir:

larry_lessig_how_creativity.jpg

Em sua palestra, Larry Lessig discorre sobre a atual relação dos usuários com o conteúdo e sua participação no processo colaborativo. Também são discutidas as formas com que a indústria geradora de conteúdo tenta barrar o processo criativo buscando preservar seus lucros.

Lessig é advogado e professor da Universidade de Stanford, sendo uma das maiores (se não a maior) autoridade quando o assunto são os direitos autorais, levando em consideração as novas tecnologias e a web.

Vale a pena ;-)

tecnologia_e_o_non-sense.jpgDurante a noite de ontem, estava refletindo sobre as formas de uso mais extremas que as pessoas vêm dado para as tecnologias web.

Trocando uma idéia sobre o assunto com alguns amigos tomei a iniciativa de viajar um pouco e escrever uma lista (sem deixar de lado o bom humor) de coisas que provavelmente ainda iremos presenciar.

Abaixo, a lista das 10 coisas non-sense que as tecnologias web ainda vão tornar reais:

1] Algum maluco avisar pelo Twitter que está se suicidando e de fato concluir a tarefa.

2] Um problogger ter um pesadelo onde seu cheque do AdSense cai dentro de um bueiro e é devorado por um dragão de Komodo. (duvido que alguns probloggers não fariam uma minuciosa autópsia no voraz réptil)

3] Sequestradores manterem contato com a família da vítima através do MSN.

4] A vítima do sequestro, após ser libertada desenvolver a Síndrome de Estocolmo, adicionar os sequestradores como seus amigos no Orkut e ainda ficar fã deles.

5] Um funcionário de uma empresa pedir demissão pelo Twitter.

6] Um filho ameaçar fugir de casa e a mãe desesperada achar que um “follow” pelo Twitter vai resolver a parada e, depois de ver que nada adiantou, ela apelar para um “tracking”.

7] Mensagens de spam chegarem com links patrocinados do AdSense.

8] Durante uma crise de carência afetiva, alguém mandar um e-mail para si próprio, só para receber uma resposta automática.

9] Alguém com muitos “followers” no Twitter procurar um psicólogo, vítima da mania de perseguição.

10] Algum espertinho caçador de paraquedistas criar um falso blog com posts de Chico Xavier supostamente psicografados.

Apenas um pouco de humor para quebrar o gelo. ;-)

Vídeo muito bacana, feito pelo (boo-box-boy Marco Gomes) Leandro Ferreira em uma das desconferências que eram “agitadas” via twitter e rolavam durante e também nos intervalos das palestras.

Embora em dado momento o pessoal acabou redescobrindo a roda do AdSense, foram discutidos alguns temas bacanas, principalmente que remetem a novos e inteligentes modelos de negócio.

Assista aqui:

via Ladybug

update em 08/11/2007 - 10:21:
Na verdade o vídeo foi enviado para o Vimeo pelo Marco Gomes mas, na verdade, seu autor é o Leandro Ferreira.

Um dos momento mais decisivos quando “pilotamos um Buzz” é a escolha dos próximos passos a serem tomados. Envolver o usuário durante muito tempo, em uma extensa busca por respostas pode ser um meio de simplesmente fazê-lo perder a curiosidade inicialmente gerada. Já criar grande expectativa e mostrar como resultado final algo que soa como decepção pode ser ainda pior.

Eis que surge um vídeo com Bruno Divetta pedindo votos para a Bullet no prêmio Caboré 2007.

Definitivamente poderiam existir critérios no regulamento que excluíssem automaticamente os concorrentes que insistem em iniciativas que só eles mesmos consideram inteligentes para angariar votos.

Talvez isso nos poupasse da existência de vídeos como esse:

Tem pessoas que, quando estão com a faca e o queijo na mão, simplesmente decidem que é hora de comer goiabada.

Vai entender ;-)

Mais uma vez a mobilização da blogosfera e dos usuários da Internet prova que o perfil da geração de conteúdo está mesmo mudando e que a social media vem ganhando cada vez mais força.
Experimente digitar “vergonha nacional” no Google e observe o primeiro resultado que é exibido.
vergonha_senado_federal.jpg

Isso só foi possível pela utilização de uma Google Bomb, técnica onde os resultados de busca são otimizados através da geração proposital de vários links utilizando uma keyword fazendo referência a uma mesma url, no caso o site do Senado.

Uma bela demonstração do uso da Internet como um meio de protesto através de mobilização conjunta dos usuários. Tal iniciativa foi idealizada por Rodrigo Stulzer e Daniel Bender, que obviamente também não ficaram felizes com mais essa rodada de pizza que presenciamos em nosso Senado Federal.

via Sim, Viral

promo_openletter_20070906.jpgÉ certo que os consumidores que formaram grandes filas na porta das lojas para poderem colocar suas mãos em um iPhone não ficaram nem um pouco felizes com o anúncio da queda de preço repentina, menos de 3 meses após seu lançamento.

Em carta oficial disponibilizada no site da Apple, Jobs justifica a redução no valor como um meio de consolidar a posição de mercado do produto tornando-o acessível a mais pessoas.

Para minimizar o impacto negativo da redução dos preços do produto, Jobs cita na carta que os clientes que pagaram o preço antigo receberão um cupom de desconto no valor de U$ 100.00 que poderá ser utilizado na compra de qualquer produto nas Apple Stores, assim como na Apple Store Online.

Em minhas andanças pela web, deparei-me com o vídeo “Did you Know 2.0″, um apanhado de informações que nos dá uma real dimensão do monstruoso crescimento e expansão promovido pela web 2.0.

O vídeo reflete os efeitos colaterais da globalização como, por exemplo, a China tornar-se o país com maior número de falantes da língua inglesa nos próximos 10 anos.

Sem dúvida, uma das coisas que mais chamou minha atenção é a velocidade e proporções em que a web cria hábitos e modifica os costumes da população mundial frente às mídias tradicionais.

É realmente muito bom, não deixe de assistir:

Viu só quanta coisa? ;-)

* UPDATE em 31/08/2007 - 18:13
A amiga Rossana Fischer (que abomina o termo web 2.0) destacou um ponto importante. O video na verdade se chama Did You now 2.0, por ser tratar da segunda versão feita por Karl Fisch and Scott McLeod, com dados mais atualizados.
Portanto embora o video não tenha sido feito para mostrar o potencial da web 2.0, continua valendo a minha idéia que ele é uma fonte interessante por conter informações sobre as transformações promovidas por ela.

Obrigado Rossana ;-)

Colaboratividade, informações relevantes, conversações online, alto potencial de viralidade e o profundo impacto que as mídias tradicionais vêm sofrendo (vide a campanha do Estadão, que cutucou os Bloggers com vara curta), são apenas algumas das transformações que fazem da web um meio de informações único e de expansão cada vez mais dinâmica e amórfica.

audiencia_web1.jpg

Como principal benefício das social networks, temos uma Internet de alto teor informativo, com um papel fundamental no aprendizado necessário aos usuários para que se adaptem às mudanças, novas ferramentas e tecnologias.

Abaixo, destaco algumas das transformações atuais que julgo de extrema importância para o entendimento do estágio atual da Web.

Habilidade para lidar com o excesso de informações
Com o crescente número de informações disponibilizadas na grande rede, cabe ao usuário separar o joio do trigo, ou seja, identificar o conteúdo que é realmente relevante frente à crescente quantidade de “lixo eletrônico” que é gerado dia após dia. Um dos maiores efeitos promovidos pelo modelo web colaborativo caminha justamente neste sentido, onde a partir do momento em que os usuários trocam informações e interagem em discussões, cria-se um trabalho coletivo onde a tudo aquilo que é relevante recebe destaque.

Desenvolvimento de ferramentas de comparação para compras
As ferramentas de comparação e pesquisa online de preços oferecem uma ampla visão de mercado aos usuários, o que favorece a livre concorrência e acaba por beneficiá-los com preços mais acessíveis, além de fornecerem informações sobre as empresas das quais eles desejam comprar, o que muitas vezes pode evitar dores de cabeça.

Aguçado senso de troca
Já se foi o tempo onde a divulgação massiva era a única forma efetiva de publicidade na Internet. Atualmente, os usuários buscam recompensas pelo fato de oferecerem sua atenção às campanhas publicitárias. Quem já percebeu isso e está trabalhando nesse sentido vêm colhendo resultados muito interessantes.

audiencia_web2.jpg

Como não poderia ser diferente, a teoria de Darwin também aplica-se aos usuários da Internet, que passam por transformações e adaptações às peculiaridades do meio. Manter os olho abertos nestas tendências é um grande passo rumo ao sucesso para lidar com esses potenciais consumidores.

Em sua opinião, o que torna os usuários da Internet únicos, na qualidade de leitores, consumidores e público-alvo da publicidade?

Você possui uma pizzaria e resolve adotar uma estratégia pioneira de marketing.

pizza_e_o_spam.jpgVocê prepara pizzas e solicita que seus entregadores façam entregas escolhendo residências aleatoriamente, sem que os moradores façam parte da sua base de clientes.

Para não receber mais as tais pizzas (visto que muitas pessoas não gostam dos sabores que você enviou, ou simplesmente não querem ser incomodadas) os moradores precisam entrar em contato com você através do telefone, caso contrário as pizzas continuarão chegando.

Claro que você conseguirá, vez ou outra, obter sucesso quando alguns estiverem com fome. Você é capaz de imaginar quantas pessoas ficarão irritadas se todas pizzarias da cidade decidirem adotar a mesma estratégia para divulgar seus produtos?

Você não estaria gastando muito tempo, energia e massa enviando pizzas que seriam rejeitadas? É muito mais produtivo enviar pizzas para quem realmente deseja recebê-las. Por que comprometer a sua base de dados enviando pizzas não solicitadas?

Agora, vamos substituir a palavra “pizza” pela palavra “e-mail”

O número de empresas que adicionam usuários à suas listas de destinatários sem o consentimento dos mesmos cresce assustadoramente visto que elas crêem que eles realmente desejam ouvi-las. Os e-mails apresentam opção para remover os destinatário das bases (sim, conforme os responsáveis pelo marketing da empresa aprenderam em uma palestra super bacana sobre e-mail marketing) mas, muitas vezes, isso só serve para confirmar que o endereço é válido tornando-o vítima de mais e mais mensagens não solicitadas.

Oferecer a opção para remover o e-mail do usuário da lista não significa que você não está fazendo SPAM. Lembre-se, você se torna um spammer quando envia mensagens as quais não foram solicitadas, independentemente do assunto.

Você conhece algum cliente que adora receber SPAM?

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