Em uma ação de guerrilha muito divertida, a skate wear Zoo York, espalhou baratas pintadas com o logo de sua marca nos cascos.

O resultado disso? Um vídeo com alto potencial viral que já atingiu mais de 500 mil exibições no YouTube.

Veja aqui o vídeo da ação:

Certamente existirão aqueles que contestarão a utilização dos animais na ação, mas não podemos negar o grande resultado obtido através dela.

via Dani Koetz

Embora o tremor de terra ocorrido na costa brasileira felizmente não tenha nos trazido grandes danos e consequências, sem dúvida ele veio para nos revelar um dado importante sobre o microblogging através do Twitter no Brasil.

Entre 21:00 e 22:00 da última terça-feira, dia do ocorrido, foram registradas 744 ocorrências da tag #TerremotoSP, número bem significativo tendo em vista que a base de usuários brasileiros representa apenas 7% do total de usuários da ferramenta.

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Para efeito comparativo da efetividade do uso da ferramenta na troca de informações sobre o ocorrido, podemos fazer uma pequena comparação com os picos diárias de citações ao candidato democrata às eleições americanas, Barak Obama, que têm ficado na média de 500 referências diárias.

Parece que o Twitter vem atingindo massa crítica entre os usuários brasileiros e está prestes a funcionar como ferramenta social de forma efetiva como pode ser observado nas comunidades de outros países como Estados Unidos e Japão.

Agora, só os usuários poderão nos mostrar se a relação dos tupiniquins com a rede terá um final feliz.

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Hoje pela manhã, Thássius Veloso, autor doMemórias Fracas chamou minha atenção através do Twitter para algo intrigante nos anúncios do AdSense de seu blog.

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Veja o Screenshot no Tamanho real

Sim! Estão sendo veiculados anúncios na rede de conteúdo do Google AdWords com títulos que fazem referência ao assassinato da garota Isabella Nardoni para atrair cliques e, consequentemente, visitas para sites anunciantes. Os links fazem referência a blocos de anúncios, o que nos dá uma margem ainda maior para observarmos uma certa má fé em tudo isso.

Claro que o AdWords tem em sua defesa o argumento de que não possui uma forma rápida e automatizada para barrar esse tipo de publicidade mas, onde está o senso crítico de quem publica anúncios desse natureza?

Onde fica a ética ao explorarem uma tragédia através da publicidade? Será que já não bastam os excessos por parte da mídia jornalística?

Update em 24/04/08 - 11:40:
Link enviado por Carol Reine que contribui muito para a discussão: Caso Isabella aumenta audiência de telejornais em até 46%, diz colunista

Após firmar contrato com os 4 maiores players da indústria fonográfica (BMG, Sony, Universal Music e Warner Music), o MySpace parece ter deixado de lado o comprometimento por aqueles que tornaram a comunidade um sucesso.

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A nova plataforma da rede social online, passará a remunerar os artistas das grandes gravadoras pelos downloads pagos dos arquivos de suas músicas . Já os artistas sem contrato, não poderão contar com o mesmo sistema, passando a receber um valor percentual inferior.

Em uma entrevista para a revista Wired, Chris DeWolfe, um dos co-fundadores do MySpace afirmou que o principal motivo para a “falta de carinho” para com os artistas e bandas sem contrato com gravadoras é impossibilidade da criação de uma estrutura operacional capaz de remunerar todas essas pessoas.

Um certo e notável “corpo-mole” por parte do MySpace, se pararmos para pensar que o Google AdSense paga milhões de editores conteúdo web em todo o mundo através de seu sistema o que nos mostra que é totalmente possível que o MySpace também faça algo do tipo.

Creio que o contrato com as grandes gravadores tenha influenciado muito em toda essa dificuldade.

E você, o que acha sobre isso tudo?

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Quando tudo já parecia muito confuso no cenário das redes P2P no país, o parlamento alemão aprovou uma nova emenda de lei que facilita o acesso da indústria fonográfica às informações sobre as pessoas que compartilham e baixam músicas por elas. Agora, os detentores dos direitos autorais poderão solicitar diretamente aos provedores os dados de seus clientes que tiverem seus endereços IPs identificados e associados à pratica julgada ilegal, necessitando apenas de uma ordem judicial.

Até o momento, as grandes gravadores tinham como procedimento padrão para esses casos a instauração de processos criminais, o que resultou em uma avalanche de intimações judiciais que exigiam indenizações extorsivas. Frente a essa situação, a nova emenda estabeleceu também uma multa padrão de 100 euros para pessoas que compartilharem músicas através de redes P2P.

Pelo jeito não é só no por aqui que os poderes público e judiciário trabalham em detrimento das empresas privadas.

via P2P Blog

O número de redes sociais e ferramentas colaborativas online cresce num ritmo acelerado o bastante para nos oferecer novidades quase que diárias. Já acompanhar todos esses serviços, comunidades e redes, acaba por se tornar uma tarefa cada vez mais difícil.

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O Socialthing! surge como uma opção para gerenciar toda essa confusão de forma simplificada, valendo-se do conceito de lifestream.

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A grande promessa da ferramenta é oferecer uma maneira para acompanhar as atividades de seus amigos através de apenas um site, que funcionaria como um ponto centralizador, permitindo interagir com outros sites e serviços em tempo real.

A idéia, sem sombra de dúvidas, é muito boa e o site oferece compatibilidade com um grande número de serviços. O único contra que pude perceber foi um relativo delay entre os serviços e a indexação feita pelo Socialthing! que, mesmo assim, não ofusca o brilho desta novidade.

Vale a pena testar.

Rodrigo Prior

Deu zebra no Safari urbano?

zebra_safari_urbano.jpgA moda das ações envolvendo bloggers acaba por gerar uma discussão interessante do ponto de vista ético. Não obstante do padrão “mais do mesmo” que vem se repetindo incessantemente pelas agência ditas criativas, o Safari Urbano surge como algo que parece transpor o limite da “cortesia voluntariosa”.

Convidar bloggers para um suntuoso passeio sortido de regalias que muitos deles não poderiam conferir por conta de seu padrão econômico, a troco de testarem um novo celular da marca patrocinadora do evento, pode soar como um “descompromisso” tão compromissado a ponto de exercer uma pressão psicológica sob seus ilustres convidados.

Obviamente, grandes anunciantes podem ser dar ao luxo de oferecer “mimos” desta natureza, no entanto, isso bate de frente com os valores éticos pregados por aqueles que querem firmar o universo dos blogs como mídia alternativa às tradicionais.

Mas, peraí. E onde fica o ROI (retorno do investimento) nessa história?

Ao questionar um dos idealizadores da ação, recebi algumas respostas que não acabaram por me convencer:

enloucrescendo @rodrigoprior só os artigos garantem que sua marca seja falada para um público gigante, por um formador de opinião. on e offline.

enloucrescendo @rodrigoprior ROI é medido pelas mais de 100 meções no Twitter, mais as centenas de fotos, e dezenas de artigos, sobre a ação e o celular

Primeiramente, a “garantia de que sua marca seja falada por um público gigante” é algo muito subjetivo. Quantas das pessoas que comentaram a ação realmente se interessaram pelo aparelho? Agora, falarmos de formação de opinião, principalmente quando o público alvo é o referido consumidor potencial do aparelho (que não custa nem um pouco barato, o que aumenta a seletividade na hora das influências para aquisição) torna-se um assunto delicado. Utilizar tal argumento chega a ser uma afronta à inteligência dessas pessoas.

É errôneo tenta resgatar conceitos antigos como o da formação de opinião para um ambiente onde existe abundância de informações e as pessoas possuem parâmetros sólidos o bastante para estabelecerem sozinhas seu ponto de vista sem a dependência de influência alheia. Logo, todo o contexto da ação (que pode ser facilmente pesquisada e encontrada através da própria Internet) certamente é passível de ser visto com olhos de descrédito.

Quanto a medir ROI, através do número de menções no Twitter, parece uma armadilha bem atraente.

Podemos observar centenas (ou até mesmo milhares) de pessoas discutindo a ação, ou qualquer outro assunto ou produto, porém, sem podermos afirmar qual seria o teor ou o nível de influência exercido por tal conversação do coletivo.

Este post é uma prova de que a fórmula “fale bem ou fala mal, mas fale de mim” não é válida quando o assunto envolve a intenção de divulgação de um determinado produto ou serviço para um público capaz de buscar as informações necessárias para chegarem a uma opinião independente das influências alheias.

Gostaria de conhecer outras opiniões e pontos de vista a respeito da questão, claro, mantendo uma discussão sadia e construtiva.

Conto com o bom senso de vocês.
:-)

blackout.jpgDurante a tarde de hoje, 30/03/2008, os donos de websites hospedados pela Locaweb puderam vivenciar uma experiência nem um pouco agradável. Por um período de quase 3 horas, um “apagão completo” tirou do ar os sites dos clientes, assim como o site da própria empresa . Se o evento houvesse ocorrido no dia de ontem, até poderíamos associá-lo à uma adesão (de mal gosto, claro) ao Earth Hour.

Às 16:45, um dos blogs corporativos da empresa (destinado à informar os clientes sobre os status de seus serviços) relatava em um post (de forma muito superficial) que ocorreu uma pane no fornecimento de energia ao Datacenter.

Agora, imagine as dimensões do prejuízo causado pela indisponibilidade de um site de e-commerce durante 3 horas ou então de estar apresentando seu site durante um evento e simplesmente o mesmo estar inacessível. Essas duas situações puderam ser vividas (e amarguradas) por Fábio Seixas e Diego Mascarenhas, que, muito provavelmente, não terão os prejuízos causados ressarcidos.

Sinceramente, para um provedor de hospedagem com as dimensões de uma Locaweb, culpar o fornecimento de energia é uma forma um tanto quando irônica de subestimar a inteligência de qualquer usuário que conheça um pouco mais a estrutura de um Datacenter que, aliás, cita em seu próprio website que possui geradores à Diesel.

Parece que o grande império da hospedagem web brasileira (que se encontra na fila para disponibilizar suas ações na Bovespa) não está totalmente preparado para lidar com seu próprio crescimento.

É imprescindível que em um relacionamento de aproximação, como o que a Locaweb vem tentando com seus clientes, nunca se abra mão da transparência.

A galera da UOL acaba de mandar uma realmente muito boa. Enquanto o Videolog V3 não chega, eles disponibilizaram um teaser super bem humorado na página inicial do site, onde se pode acompanhar os trabalhos da equipeatravés de um stream via Yahoo! Live.

Durante o período no qual acompanhei as imagens do stream, o mesmo chegou a bater picos de mais de 100 usuários simultâneos.

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Visite o Teaser e veja o stream ao vivo

Uma maneira muito interessante (e não menos inteligente) de conseguir mídia espontânea para o lançamento da nova versão do serviço.

Dica do colega Marco Gomes via Twitter

;-)

A pequena notável (mas não menos graciosa) Gabi ainda irá demorar muitos anos (ou não) antes de perceber o que seu vídeo postado por seus pais corujas no Youtube representa:

De um lado, existe uma clara percepção de como os investimentos em estudos de usabilidade fazem com que a Apple ofereça aos seus usuários produtos de rápida e fácil assimilação de uso, podendo suas funções básicas serem dominadas em pouquíssimos minutos de contato com o hardware.

Porém, existe uma outra coisa muito mais importante que nos é comprovada por uma criança de 2 anos: Como a tecnologia vem se tornando algo natural para as crianças, fazendo parte de seu cotidiano de “pequeninos usuários” cada vez mais cedo.

Durante a finalização deste post, encontrei mais um vídeo que mostra Gabi barbarizando no iPhone:

“No calling people” diz Gabi. (Valeu pela dica Duda)

Como será a publicidade voltada para esse público? Como ficará a ética da publicidade frente à construção de valores e conceitos que poderão influenciar vidas inteiras?

Hora de colocarmos as cabeças para pensar.

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